TU
"Tu és um saco de pulgas. Tu nunca tiveste um minuto de trabalho. Tu lambes a cara aos desconhecidos com a única intenção de me envergonhar. 
Por vezes, tresandas como uma manta velha, mal cheirosa e húmida.
Não és apenas daltónico, tu nem sequer sabes distinguir uma carpete de um sofá.
Tu finges que achas a palavra “não” incompreensível. Tu insistes em partilhar o teu desafinado latido com a vizinhança inteira.
Por alguma razão, tens medo de estátuas. As estátuas põem-te louco.
Tu não tens vergonha nenhuma.
Tu és a coisa mais preguiçosa, suja, teimosa e presunçosa que conheci em toda a minha vida.
Mas eu acho que és perfeito."

Por vezes, tresandas como uma manta velha, mal cheirosa e húmida.
Não és apenas daltónico, tu nem sequer sabes distinguir uma carpete de um sofá.
Tu finges que achas a palavra “não” incompreensível. Tu insistes em partilhar o teu desafinado latido com a vizinhança inteira.
Por alguma razão, tens medo de estátuas. As estátuas põem-te louco.
Tu não tens vergonha nenhuma.
Tu és a coisa mais preguiçosa, suja, teimosa e presunçosa que conheci em toda a minha vida.
Mas eu acho que és perfeito."

1 Comments:
At 10:43 p.m.,
Carina said…
E apesar disso tudo são eles que conseguem que esboçemos um sorriso nos momentos mais difíceis. São os únicos que gostam de nós a qualquer momento do dia, a cada instante da nossa vida; estejamos chateados ou mal-humorados, não nos abandonam.
E é aqui que me pergunto.. se eles não nos deixam, porque muitos os deixam a eles?
Mas, pessoalmente, é por todos esses "defeitos" que gosto tanto deles. :)
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